quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Meu filho–1 a 2 anos

Oi meninas!!! Recebi esta semana o boletim Crescer sobre a idade do Antonio e resolvi compartilhar com vocês porque achei a matéria super útil. Esses nenês nos fazem passar por tanta coisa quando estamos na rua que é sempre bom ler algo sobre como agir!!

FONTE: Crescer

Pequenos astros

Desde que nascem, os filhos já contam com dois fãs incondicionais: o pai e a mãe. A afirmação parece óbvia, mas há quem pense que é “perigoso” se derreter muito pela criança, com medo de mimá-la. Bobagem! Os pais não precisam ter receio de se comportar como se os filhos fossem verdadeiros astros mirins, rindo de suas gracinhas ou aplaudindo suas iniciativas. Entre 1 e 2 anos, a criança precisa mesmo de atenção para construir sua auto-estima. O olhar admirado das pessoas, principalmente dos pais, faz com que ela se sinta segura e amada.
Se você está seguro sobre a atenção que dá ao seu filho, observe apenas alguns detalhes:
– Não exagere! Ficar o dia inteiro pedindo para que seu filho mande beijinhos pode ser um excesso.
– Certifique-se de que seu filho não está fazendo charme para “esconder” alguma arte. Se for, deixe claro que não aprovou a atitude.
– Não transforme as graças do seu filho em chamariz de festa. Quando se sente pressionada a ser o centro das atenções, a criança corre o risco de ter o seu desenvolvimento prejudicado. Então, nada de pedir apresentações para o tio, a tia, a avó.

Como lidar com a birra e a teimosia do seu filho

Lembra quando você via crianças dando escândalos em supermercados? Agora que chegou sua vez parece ser bem difícil contornar a situação, não é? Calma. Preparamos dicas para cada caso

Supermercado
Você precisa fazer as compras do mês e seu filho vai junto. Além de não parar de pedir brinquedos, doces e salgadinhos, ele decide provar e até escalar prateleiras.


Na hora: os pedidos desenfreados das crianças nos supermercados são absolutamente perdoáveis, afinal, tudo parece muito tentador até para nós, adultos. Se o “eu quero, eu quero, eu quero” durar mais do que você suportaria ouvir, combine que ele pode escolher um item para comprar. “Se tirar algo do lugar, peça que recoloque no local certo”, diz Betina Serson, psicopedagoga. Mas você não pode deixar passar o fato de a criança ter aberto pacotes porque “estava com vontade”. Você só tem uma opção: pegue o que ela abriu, ponha no carrinho e pague no caixa, mostrando para ela que não se pode consumir nada sem pagar. Ah! Ela perde o direito de levar o produto que mais queria, porque não soube se comportar.

Sempre: combine que a criança será seu ajudante. Assim ela vai cooperar mais e, se cometer algum deslize, você diz aquela boa e velha frase “mas nós já tínhamos combinado...”. Dar um lanche antes evita a “síndrome do estômago vazio”. Se no dia da compra ela estiver de mau humor ou com sono, não leve a criança junto ou, simplesmente, não vá.

Cinema e exposição
O filme, para vocês, acaba na metade — tem alguém com sono ou vontade de fazer xixi. Na exposição, ele acha que as esculturas são de massinha e resolve brincar com elas.


Na hora: quando ele começar a mexer nas peças, diga que não pode. Vá mostrando uma a uma e tente explicar, em uma  linguagem simples, o significado. No cinema é mais complicado, porque as atitudes do seu filho realmente vão atrapalhar os outros. Sendo assim, a única opção é sair com a criança da sala. Outra dica: antes, leve-a ao banheiro e pergunte se quer comer pipoca. Duas possíveis saídas você consegue evitar.

Sempre: explique o que é uma exposição e o que vocês vão ver lá. É bacana adiantar o assunto, mostrar algumas obras do artista para a criança estabelecer uma primeira identificação. “O costume dos pais de visitar exposições vai determinar o comportamento do filho. Se este for um hábito da família, ele vai saber como se comportar”, diz Maria Irene Maluf, psicopedagoga. Se não for, vale o alerta: crianças com menos de 4 anos dificilmente vão parar para observar uma exposição. Elas não agüentam programas tão longos.

Amigos da família
Depois de meses tentando agendar um encontro, vocês conseguem marcar na casa de um amigo — mas que não tem filhos. O sofá é transformado em pula-pula.


Na hora: se seu filho apronta dessas em casa, é provável que repita o mesmo comportamento na sala dos outros. Não adianta brigar na frente dos seus amigos, porque se o objetivo da criança era chamar a atenção, a sua reprovação em público vai confirmar que a idéia deu certo. Ignorar também não ajuda. “Os pais devem criar um código com os filhos, para eles perceberem quando está tudo bem e quando não está”, afirma Mauro Godoy, psicólogo.
Se você pede uma vez e ele não pára, leve-o um canto da casa e diga que se ele não se comportar vocês vão embora. Fale em tom sério, sem elevar a voz. Se nada disso adiantar, junte a bolsa e os filhos, peça desculpas aos amigos e vá embora. E em casa, retome o assunto, para que a solução não seja sempre terminar o programa mais cedo.


Sempre: explique para a criança como vai ser o passeio, quem são as pessoas que vocês vão visitar e quais as regras daquele ambiente — que não precisam ser as mesmas da sua casa. Mas lembre-se também de levar brinquedos ou promover atividades para entretê-la, porque uma reunião de adultos realmente não será atrativa para uma criança.

Lojas e shopping center
O passeio no shopping virou corrida de aventura. Eles pulam, tropeçam, bagunçam e, dentro das lojas, se escondem atrás das araras de roupas.


Na hora: se seu filho sair correndo, não vai ter outro jeito senão correr atrás, porque ele pode se perder ou se machucar. Tente continuar o passeio de mãos dadas ou coloque-o no carrinho. Nas lojas de roupas, é a mesma coisa, você vai precisar encontrá-lo. Avise a segurança da loja que tem uma criança perdida, assim eles podem anunciar o nome dele e dar mais atenção às saídas. Quando ele for encontrado — mesmo você estando desesperado pelo medo de perdê-lo, e com uma vontade louca de dar-lhe uma boa bronca —, respire fundo. Nessas horas, a psicopedagoga Betina aconselha dizer:“brincar de esconde-esconde tem lugar certo. Aqui não é. E eu poderia não ter te encontrado”. Se fizer bagunça, faça-o recolher as roupas do chão e entregar para as vendedoras. Outra saída é levá-lo embora, em vista do mau comportamento, e voltar sem ele.


Sempre: para ele valorizar a arrumação das lojas, mostre em casa como é importante ter tudo em ordem. E também vale deixar claro o quanto o passeio fica mais gostoso quando ele fica ao seu lado.

Transporte Público


Brincar no corredor do ônibus ou fazer das barras do metrô um balanço. Quem puder que se segure.


Na hora: tire a criança do corredor e peça que fique sentada. Mostre o quanto é perigoso ficar brincando dentro de um transporte. Ela pode cair e se machucar. No metrô, a dica é a mesma.


Sempre: conte aonde vão e combine que ela vai escolher onde sentar. Na maioria das vezes, a resposta é: do lado da janela. Dê um OK, mas lembre-a de que não pode ficar nem em pé nem com o braço para fora.

 
Restaurante
Faz tempo que a família toda não faz um programa à noite. Vocês escolhem o restaurante e, para sua “surpresa”, correr entre mesas e garçons é mais divertido que esperar sentado à mesa.


Na hora: segure-o o quanto antes, para que não ocorra colisão entre garçom e criança. Leve-o para dar uma volta, de mãos dadas, na área externa ou no jardim — se existir. Peça também uma entrada leve e rápida, que não vá fazer com que ele perca a fome por completo, mas que o distraia. Se for muito tarde, dê alguma coisa para ele comer antes de sair de casa. Leve brinquedos, giz de cera — que não mancha roupas como canetinha — e umas folhas em branco para ele desenhar. Escolher um restaurante que tenha área para crianças é válido, porque aí elas têm espaço para entretenimento garantido. “Pergunte-se: se eu tivesse 4 anos, eu gostaria de ficar neste lugar?”, diz Mauro.

Sempre: preocupe-se em fazer das refeições em família um momento especial, de reunião.Vai ser mais fácil reproduzir isso em um lugar público.


Parquinho
Você arruma um tempo na agenda e leva seu filho à praça mais próxima. No começo, ele se diverte com os próprios brinquedos. Mas, de repente, bate no colega que está ao lado, porque ele queria a bola emprestada.


Na hora: aparte a briga. Depois, diga para ele pedir desculpas e mostre o que causou na outra criança, para ele entender que machucou alguém.

 
Sempre: lembre-se que se você resolve seus problemas batendo no seu filho, por exemplo, ele vai achar que isso é o normal.Trabalhe em casa a importância de dividir e compartilhar. Chame alguns coleguinhas dele, peça para cada um trazer um brinquedo diferente. Na hora da brincadeira, eles têm de trocar. E tudo bem, não significa que a outra criança não vai devolver, apenas que ela, por alguns instantes, queria brincar de outra coisa. 

3 comentários:

Sheila disse...

ai amiga sei bem o que é isso,......rs e o Mi entrou nessa fase agora....ainda bem....e temos que ter nervos de aço....

ótimo dia amiga

Danielle Cardão disse...

Oi amiga, já passei cada sufoco com Daniel correndo pelo mercado, pelo shopping não é fácil. O pior é quando faz birra porque você não comprou o que ele queria. Tento sempre conversar com ele e mostrar o que é certo ou errado.

Bjsssssssssssssssss, Dani.

Karin - @blogmamaeecia disse...

Eu já tinha lido essas dicas, são ótimas mesmo e já usei algumas viu.. funcionam!
Nem sempre é fácil lidar com a birra... a vergonha em público. Mas é importante ter muita calma e nunca brigar com eles na frente de todo mundo.
eu pego o meu pelo braço vou pro banheiro, e daí eu falo. Ele chora, mas sabe que fez errado e pede desculpa do jeito dele.

:D

Beijos

Karin